terça-feira, 28 de abril de 2009

Wear sunscreen




Respescado do álbum de recordações. Vi este vídeo pela primeira vez numa aula de Tomada de Decisão e Acção. Vale a pena reflectir sobre a forma de alertar para certos problemas, como o cancro de pele. Além disso, o vídeo é lindo, sem lamechices e muito franco.

Pronta para o baile


Pronto, a minha mãe pode dormir descansada. Depois de um telefonema desesperado da matriarca "O quê? Ainda não escolheste o vestido? E os sapatos? E a carteira? E o casaco, para o caso de estar frio?" achei que estava mesmo na altura de ir escolher a roupa para o casamento do meu tio (a saber, no próximo Sábado).
A verdade é que tenho andado com muito trabalho e muito pouco espírito. Isso a somar à já aqui referida borbulha gigantesca que se manteve no meu nariz durante mais de uma semana, foram os responsáveis pelo adiamento das referidas compras.
Mas agora está tudo tratado: vestidinho lindo, sapatinhos charmosos, casaquinho original e malinha catita (ah, e a borbulha is gooooone :)).

Estou pronta para ir ler na missinha da cerimónia, depois de eleita por unanimidade no conselho ditatorial que foi aquele almoço das eleições. É lixado ser-se a irmã mais velha e ter-se um historial de "actuações em público", é-se capacho para tudo e mais alguma coisa.

Pelo menos não me fizeram ir tocar a marcha nupcial ao piano.



Um fiasco...

Refiro-me à série "Equador". OMG. Como é que um livro tão bonito e envolvente dá numa série tão chata e seca como a que passa na TVI? Não é que cada vez que apanho a série a dar, está o Luís Bernardo a ouvir ópera com ar amargurado? Isso ou o outro mauzão interpretado pelo Nicolau Breyner, sempre atrás da sua escrava bonita. A acrescentar, é aquele sotaque ridículo do casal inglês. A sério.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

E ainda por cima está a chover

OH PÁÁÁ! O mundo está contra mim.

No fundo, não me admirava nada de chegar a casa de umas certas pessoas e ver lá um bonequinho de pano com meia dúzia de cabelos meus e uma data de alfinetes espetados escondido debaixo da cama.

Hoje estou de mau humor.
Estou exausta, tenho dormido pouco e mal, e falta-me aquela energia para deitar "mãos à obra" que me é tão característica. Não sei quando foi a última vez que estive a relaxar, a descansar, a divertir-me sem nada na cabeça.

Por isso hoje tirei a tarde para mim. NÃO vou ler nenhum artigo para o caso de Erotomania, NÃO vou acabar os modelos teóricos do trabalho de Psicologia da Educação, NÃO vou pensar no projecto de Psiconeuroimunologia e NÃO vou pensar no LISREL (se não sabem o que é, pesquisem. É o terror do programas estatísticos, tipo versão-infinitas-vezes-pior que o SPSS).

Preciso de férias e mimos... AAAAAAARGHHHH...



P.S. E deixem-me vitimizar à vontade e fazer o luto do meu mau humor com naturalidade.

Hoje estou a precisar desta música



Esta é uma música cheia de energias positivas! Boa para quem está a ter uma semana cinzentona (como a minha).

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Drama de última hora

Traumatismo no dedo do pé deixa Di María no ginásio.

Seguem os meus sentimentos.



P.S. É verdade, acabei de ver em Público.pt. Algo me diz que precisamos de um picantezinho nos media portugueses...

Coração (mole) + inspiração = coreografia

Eu sou assim. Grito, esperneio, barafusto e faço cara de má, mas basta um sorrizinho e um pedido de desculpas que o meu coraçãozinho mole derrete. É uma irritância, às vezes tenho vontade de me esbofetear.

E como a Semana do Enterro está a chegar e o 1º ano do curso, responsável pela construção do carro, por fazer o discurso para a reitora e por inventar uma música e coreografia para apresentar, se está a ver às aranhas, decidi dar o ar da minha graça e aparecer no primeiro ensaio da coreografia, como me foi pedido pelos estudantes do 1º ano.

Primeiro fiz-me difícil. Ando irritada por vários motivos que agora não vale a pena falar, mas um deles é o facto de só me terem pedido ajuda uma semana antes de terem que fazer a coreografia!! E estando eu cheia de trabalhos, senti-me limitada de inspiração e tempo para pensar numa coisa engraçadota.

Depressa e bem, não há quem (ou há pouco quem, porque até ficou uma coisa jeitosinha =p).

E coordenar um grupo de quase 30 a cantar e dançar ao mesmo tempo uma coreografia inventada e aprendida em 3 horas, não é pêra doce. Mas penso que vai valer a pena.

Ah, e este ano, contrariamente ao que aconteceu com o ano passado, conto já com uma vitória: um obrigada (a verdadeira arma).


terça-feira, 21 de abril de 2009

(Já não muito) novas tecnologias


Surpresas boas

Hoje esqueci-me do telemóvel no bar das catacumbas da UA. E uma rapariga que nunca tinha visto veio atrás de mim entregar-mo. É bom, quando acontecem estas surpresas boas.

domingo, 19 de abril de 2009

E viva a Disney!

Ainda hoje, "Hércules", da Disney, é um dos meus filmes preferidos. E a banda sonora... fantástica.



P.S. Dedico este vídeo à Blossom, she knows why!!

Desilusão mexicana


Não sei se alguma vez foram a um restaurante Mexicano. Eu e a famelga somos fãs e a cada escapacinha que damos ao Algarve passamos por dois onde já vamos há anos. Este ano não foi excepção. São tão boas aquelas entradas triangulares, tão estaladiças, tão características, tão salgadinhas com aqueles molhinhos, tão... tão... de pacote. Pois é, aquilo que eu pensava ser uma especialidade dos restaurantes do género não passa de salgados de pacote. Sei porque vi, com estes dois olhinhos que a terra um dia há-de comer (by the way, estava desejosa de aqui postar esta frase) um dos empregados a encher o cestinho directamente do dito... pacote. A próxima vez que eu lá for nem vão saber à mesma coisa.

sábado, 18 de abril de 2009


Depois de ANOS a fio a sacrificar as minhas manhãs de Sábado ora com ballet, ora com natação, ora com conservatório de música, ora com explicações de matemática, revoltei-me. As manhãs de Sábado são para dormir. Ao Domingo até se pode trabalhar (Domingo é aquele dia amaldiçoado), mas o Sábado é Sagrado. À conta disso as limpezas do lar ficaram para amanhã. Too bad...

Maldita borbulha...

E não é que a borbulha que ontem ameaçava aparecer nasceu com todo o seu explendor mesmo no meio do meu nariz? A vida não é justa. Não saio de casa durante todo o fim-de-semana. Tenho dito.

P.S. Os homens são uns queridos. Apesar de eu achar impossível que mesmo alguém meio cegueta e zarolho não repare na dita cuja, o meu chéri não pára de reforçar a ideia de que "é uma coisinha de nada que mal se nota". Tão fofo...

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Shine on you crazy diamonds

Desde que vim para a Universidade que as minhas férias se reduziram para ¼. Sim, é verdade que de duas semanas sem aulas passei a ter uma, mas tendo em conta que metade das férias é passada a fazer trabalhos a Universidade, o tempo que resta para as chamadas “férias” vê-se consideravelmente reduzido. Porém, este ano os meus pais exigiram a minha presença nas férias pascais e raptaram-me (quase literalmente) para o Algarve, praticamente uma semana. Lá fui eu, um pouco a contra-gosto, até porque o meu chéri ficava sozinho em Aveiro entregue às tigresas deste mundo. E que férias são estas em que temos que ir com o computador atrás e meia dúzia de livros escolares na mochila, com o peso do trabalho às costas, a espreitar em cada esplanada, por entre gelados na Martinique Velha e jogos à sueca na marina de Albufeira?
Bom, o objectivo deste texto não é falar das férias. Hum… férias, não. Chamemos-lhe “Semana passada no Algarve em tempo sem aulas”. Apesar das tardes passadas ao PC, a Semana foi óptima: estar com os papás de “férias” é sempre sinónimo de comer bem, ir a sítios catitas, nada de tarefas domésticas e pôr o paleio em dia com a famelga, particularmente com a maninha mais nova.
Mas do que eu quero falar é da viagem de regresso. Claro que estivemos até à última para iniciá-la. Manhã foi para as meninas dormirem, almoço à beira-mar para despedir da praia, café no bar da Santa Eulália para a última jogatana. Depois, fazer malas, metê-las no carro (uma verdadeira tarefa hercúlea do patriarca da família), ir a Vilamoura fazer um favor a um amigo do meu pai, enfim, com isto eram quase cinco horas e nós a iniciar a viagem definitiva de regresso ao Norte.
O que interessa é que nem a meio caminho íamos quando nos deparámos com uma fila interminável de trânsito que durou duas horas até à cortada que dá para Santarém, onde nos livrámos dos lisboetas que vieram passar o fim-de-semana ao Sul. Mas foram duas horas de plena “Chuva de estrelas”. A ouvir Pink Floyd a altos berros, comigo a cantar o “shine on you crazy diamonds” em plenos pulmões, o meu pai a fingir os solos da guitarra e a minha irmã a “tocar” bateria, não sei se a maior tortura para a minha mãe foram as quatro horas seguidas no carro, se a panóplia de desafinações que ali imperava.
Este paleio todo só para dizer que uma das músicas da minha vida é esta: “Shine on you crazy diamonds”, dos Pink Floyd. Só vi o meu pai a chorar em três situações desde que me lembro de ser eu: quando os meus avós morreram e uma vez, há uns anos, no carro, a ouvir esta música. Apesar da pressa em pôr os óculos de sol, consegui ver aqueles olhinhos azuis molhados com a emoção. Para ele, posto aqui essa música.



terça-feira, 14 de abril de 2009

Nesta fase, só me safo assim...


Há já algum tempo que queria criar um blog. Vai-se adiando, adiando... Até que chega a altura certa: pleno meio do semestre, a duas semanas do Enterro do Ano e com um zilião de trabalhos para entregar.
Mas há destas coisas. Quando tem que ser, tem que ser, e o "tem quer ser" tem muita força.
Vamos ver o que isto dá... ;)
Até breve!